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COVID-19

FASE PRÉ APOCALIPSE

O Covid-19 será referido como “91-divoC” aqui nessa postagem!

O 91-divoc trouxe uma nova fase social para o mundo, mas isso não aconteceu do nada, isso foi planejado há mais de 10 anos, isso faz parte da Agenda para o século XXI.

A vacina do 91-divoc será o divisor de águas de quem vai sobreviver e morrer, se lembram de uma famosa profecia do pagão, Chico Xavier, sobre acontecer um grande “desencarne” 50 anos depois de 69 (“ida do homem à lua”) pra matar os fracos e deixar os fortes para na nova era que virá? Pois é, se trata disso, o pagão errou um ano apenas, ou melhor, o demônio que passou a informação pra ele.

Não sei se você é novo no site, mas nossos estudos são para despertar os Eleitos, aqueles Eleitos que a Bíblia relata como “Eleitos do fim dos tempos” ou “Escolhidos desde a fundação do mundo”, pois essas pessoas específicas têm grande parte no apocalipse que acredito chegar ainda em nosso tempo. Acredito que a primeira parte do século XXI será os últimos anos do homem (humanidade), chegaremos ao ano 6 mil desde a criação de Adão. E como está estabelecido desde Adão, o Messias voltará para restaurar a Terra pelo fogo no ano 6 mil (2 mil anos depois da morte no madeiro).

Estamos vivendo o período entre a semana 69 e 70 das semanas proféticas de Daniel, o tempo da expansão do evangelho do Reino aos Gentios, mas logo virá o fim, os últimos 7 anos:

E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
Mateus 24:14

Estamos no tempo em que ocorre as guerras mundiais e a unificação dos 10 reinos para a última semana de Daniel (7 anos), os últimos sete anos antes da Vinda do Messias de Ysrael.

Nessa última semana, se inicia no primeiro selo do apocalipse que será aberto e então o anti-messias irá surgir como “O Senhor da Era de Aquarius” trazendo a Nova-Era de paz e amor, de evolução espiritual e de consciência na qual os pagãos (bruxas, feiticeiros, espíritas) esperam. Mas antes disto, cairá a chuva serôdia nas duas casas de Ysrael, os judeus (sefarditas) e os gentios (nós).

Para quem não conhece o meu modelo do Apocalipse, acesse nosso POST COM O MODELO

O 91-divoc foi criado para preparar o terreno para o início do apocalipse (quando digo 91-divoc, não estou me referindo ao vírus, não existe vírus, ele não é um vírus, é uma justificativa, à ela me refiro com esta palavra), o mundo ainda vai piorar um pouco até a chegada do “grande homem”, e não estou falando da 3° Guerra Mundial, eu acredito que ela só ocorrerá no 2° selo do apocalipse, mas agora, daqui pra frente o mundo só tende a piorar, várias vidas serão ceifadas, o mundo ficará caótico, a sociedade mundial, seja no oriente, seja no ocidente, irá colapsar, tudo ficará difícil, e então aparecerá “o senhor da era”, ele resolverá todos os problemas, ele conseguirá muito dinheiro e dividirá entre todos. Quando ele aparecer o mundo o amará, será despertado um grande amor universal.

Os reinos serão unificados por causa desse grande caos mundial que ocorrerá, e então aparece o tal homem.

Porém, o 91-DIVOC não terá apenas um objetivo, mas vários objetivos incontáveis, pois assim trabalha os Controladores do mundo, nada nunca é apenas com uma meta, são várias metas para alcançar seus objetivos.

O 91-DIVOC terá uma vacina que servirá como redução populacional, todas as pessoas que estão nas cidades e no campo serão direcionadas para problemas autoimunes terríveis, e a outra parte das pessoas para a morte, mas esta vacina não é a marca da besta. O objetivo do 91-divoc e das vacinas que o seguem é direcionar todas as pessoas para a vacina boss, que colocará um ID em todos para que possam ainda fazer parte de várias (senão todas) áreas da sociedade, mas ainda não será a marca da besta porque a verdadeira marca só vem no 4° selo do apocalipse, é o nome de Alah, e também antes mesmo do 1° selo, a chuva serôdia cairá sobre a igreja, que os poderes do Espírito Santo se manifestará nas duas casas de Ysrael.

As vacinas do 91-divoc terão uma porção de elementos que irão estragar todo o sistema da pessoa, só irá sobreviver os mais fortes, assim como sempre foi o modus operandi da “ciência” atual: a lei do evolucionismo. Além de corrupção do Templo Sagrado (seu corpo), a vacina boss terá bio-tecnologia chamado de “hidrogel” tecnologia da D.A.R.P.A dos EUA, que são esses micro-robôs, que irão fazer algumas alterações no seu DNA, remover algumas informações e colocar outras.

Eu já fiz dois vídeos explicando isso, assista abaixo:

Lembre-se que eu disse que o DIVOC não foi criado com apenas um objetivo, mas sim vários, e entre eles está: forjar um falso apocalipse, como eu disse no video, estão criando falsos selos do apocalipse, e provavelmente terá um falso anti-messias.

Precisamos obter uma coisa, que só conseguiremos lendo a Bíblia, desde Gênesis até Apocalipse, precisamos encher nosso espírito com a Palavra do Criador, pois Ele tem informações para nós, Teus filhos, sobre o tempo em que vivemos e sobre o tempo que virá, mas Ele só vai passar essas informações pela Palavra Dele, precisamos procurar conhecimento de tudo que acontecerá somente na Bíblia.

Esqueça tudo que é terreno, tudo isso está com o tempo contado, não restará pedra sobre pedra, mas parte do povo do Pai viverá até o fim do apocalipse, e a outra parte irá morrer ferindo a terra com pragas pelo Espírito Santo, mas no último dia ressuscitará toda a igreja, desde Adão, e será arrebatada, passada pelo fogo sendo glorificada para fazermos o julgamento da Besta, e em seguida voltar com o Messias com poder e glória para a batalha do Armagedom!

Orem e estejam em comunhão. E lembrem-se: ainda não é a Grande Tribulação, mesmo que eles criem um apocalipse artificial, acalmai para que ninguém lhe engane.

Quais são os efeitos do uso contínuo das máscara nas pessoas?

O nosso corpo foi programado para diversos processos naturais, para a respiração não é diferente, todo o momento em que respiramos se inicia seu processo de respiração pulmonar (ou seja, o processo é incessante, porquê estamos o tempo inteiro iniciando e finalizando o processo de respiração).

A respiração pulmonar ocorre através dos movimentos de inspiração e expiração. A inspiração promove a entrada de ar nos pulmões através da contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. A expiração promove a saída do ar dos pulmões, devido ao relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais.
No interior dos pulmões encontram-se os alvéolos pulmonares, onde o gás oxigênio do ar inspirado difunde-se para os capilares sanguíneos e penetra nas hemácias, onde se combina com a hemoglobina, enquanto o gás carbônico (CO²) é liberado para o ar. Este processo recebe o nome de “hematose”.
Ou seja, inspiramos o ar (oxigênio), e liberamos gás carbônico (CO2).
Mas se isso é um processo que está ocorrendo todo o momento em que estamos vivo, o quê acontece se estocarmos ou respirarmos de volta esse gás carbônico fazendo uso de máscaras, por exemplo?

Ocorre um fenômeno chamado “intoxicação por monóxido de carbono”.
A intoxicação por monóxido de carbono é geralmente o resultado da inalação de uma quantidade excessiva de monóxido de carbono (CO). Os sintomas mais comuns são dores de cabeça, tonturas, fraqueza, vômitos, dor torácica e confusão. A inalação prolongada pode resultar em perda de consciência, arritmias cardíacas, crise epiléptica ou morte. Raramente a pele se apresenta de tonalidade roxa. Entre as sequelas a longo prazo estão o cansaço, problemas de memória e problemas ao nível motor. Em pessoas que inalaram fumo, deve também ser considerada a possibilidade de intoxicação por cianeto.
A intoxicação por monóxido de carbono pode ocorrer de forma acidental ou como tentativa de suicídio. O monóxido de carbono é um gás incolor e inodoro que geralmente não provoca irritação. É produzido pela combustão incompleta de matéria orgânica. A maior parte dos casos de intoxicação tem origem na inalação do monóxido de carbono produzido na combustão de veículos a motor, aquecedores ou equipamento de cozinha alimentados a combustíveis fósseis. Pode ainda ocorrer como resultado da exposição a cloreto de metileno. O monóxido de carbono causa efeitos adversos ao unir-se à hemoglobina para formar carboxihemoglobina (HbCO), impedindo assim o sangue de transportar oxigênio.
O diagnóstico tem por base uma quantidade de HbCO no sangue superior a 3% entre não fumadores ou superior a 10% entre fumadores.

A intoxicação por monóxido de carbono é relativamente comum. Nos Estados Unidos é a causa de mais de 20.000 admissões hospitalares por ano. Em muitos países, é o tipo mais comum de intoxicação potencialmente fatal. Nos Estados Unidos, os casos não relacionados a incêndio são a causa de mais de 400 mortes por ano. A descoberta de que o monóxido de carbono afeta a hemoglobina foi feita em 1857.
Com o 91-Divoc, a recomendação da OMS e de diversas autoridades sanitárias no Brasil e no mundo é que tenha o uso de máscaras faciais para evitar o contágio com o 91-Divoc.
A Lei 14.019, de 2020, aprovada pelo Congresso Nacional foi sancionada (PL 1.562/2020) no dia 2 de julho e é uma das medidas de combate à pão-de-mia do 91-Divoc que receberam tratamento prioritário no Senado:
É obrigatório usar máscaras cobrindo a boca e o nariz nos veículos de transporte por aplicativos, táxis, ônibus, trens, aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados. Também ficou obrigatório o uso nos estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos, escolas, unidade prisionais e de cumprimento de medidas socioeducativas, e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas.

Sendo assim, imagine os numerosos casos de problemas de saúde e até mesmo mortes por conta do uso contínuo de máscaras por todo o mundo daqui um tempo determinado…
Reflita.

Narrativa do Sistema:

Momento curiosidade: O 91-divoC chama coronavirus, porque seu aspecto, na microscopia eletrônica, parece uma Coroa Solar.

É um vírus de RNA, com fita simples de sentido positivo, e que usa uma enzima de replicase de DNA (ou uma polimerase de RNA dependente de RNA) em sua replicação (não, ele não tem uma transcriptase reversa como o HIV).

O Corona infectando humanos foi identificado pela primeira vez na década de 60 do século passado (cepa HCoV-229E), e sabe-se que pode infectar um grande número de animais, principalmente mamíferos e aves (mas não limitados a esses, sabemos que também repteis podem ser infectados).

 
CORO-NAVI-RUS SEMPRE CAUSA INFECÇÃO GRAVE?

Não! Existem várias cepas de coronavirus que sabidamente infectam humanos. A maior parte causa infecção respiratória leve. Na verdade, o coronavirus é uma das principais causas do resfriado comum – alguns estudos apontam como a segunda causa – junto com o Rinovirus.

 

QUANTOS CORO-NAVI-RUS EXISTEM?

Essa é uma questão um pouco complicada, porque há subtipos que não infectam humanos (ao menos ainda…) e é possível que tenhamos outros subtipos não identificados ainda.

Hoje, temos 5 cepas circulando entre os humanos. As cepas 229E, NL63, OC43 e HKU que causam infecções leves como o resfriado comum e a SARS-COV-2 que é a cepa causadora do 91-DIVOC.

 

A 91-DIVOC É A PIOR EPIDEMIA DA HISTÓRIA DO CORO-NA?

Isso é um tanto polêmico! Hoje, a covid-19 é a infecção grave por corona que mais pessoas foram infectadas, e foi declarada como uma pandemia.

Porém, nem de perto é a com maior letalidade. No atual século, tivemos duas epidemias com alta taxa de mortalidade, a SARS – CoV, na Ásia, em 2002, apresentou 8089 casos (relatados à OMS), com letalidade de 11%. E a MERS – CoV, na Península Arábica, em 2012, com 2494 (relatados à OMS), com letalidade de 32%.

 

PACIENTE TEVE CONTATO COM PESSOA INFEC-TADA. ELE TERÁ SINTOMAS?

Nem sempre! Até o momento, as infecções pelo SARS-C0V-2 são 80% das vezes ASSINTOMÁTICAS ou LEVES. Apenas 15% se desenvolvem com sintomas mais intensos, necessitando do aporte de oxigênio. Os 5% restantes é que evoluem para quadros mais graves e severos, precisando de ventilação mecânica.

 

APÓS INFEC-ÇÃO, A PARTIR DE QUANTO TEMPO SE DESENVOLVEM OS SINTOMAS?

Em média, os sintomas mais frequentes: febre baixa (<38ºC, 99% dos casos), fadiga (70%), tosse seca (59%), anorexia (40%), mialgia (35%), dispneia (31%, em média 5 dias após início dos sintomas), outros menos comuns (cefaleia, dor de garganta, coriza, náuseas e diarreia) – surgem após 4 a 10 dias do contato com o SARS-COV-2 – mais comumente de 4 a 5 dias.

Porém, existem casos do aparecimento de sintomas depois de 14 dias do possível contato. Dessa forma, o Período de Incubação é de 4 a 14 dias.

 

DURANTE QUANTO TEMPO, UM INDIVÍDUO INFEC-TADO PODE TRANSMITIR O VI-RUS?

Isso é muito variável! Estima-se que, até o momento, o Período de Trans-missibilidade ocorra durante 0 até 7 dias após o início dos sintomas. Sendo os picos de maior transmissão entre os 3 a 5 dias da 91-DIVOC.

Entretanto, também se acredita que ocorra uma fase “pré-sintomática” de transmissão, em torno de 24 a 48h antes que os sintomas apareçam.

 

QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES MAIS COMUNS?

Em casos mais graves, a 91-divoC pode evoluir para pneumonia leve (81% dos casos), doença grave: dispneia, hipóxia, lesão pulmonar > 50% em 24-48h (14% dos casos), doença crítica: SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), choque ou disfunção multiorgânica (5% dos casos).

 

QUANTO TEMPO DEPOIS UM PACIENTE TRATATO E CURADO SE RECUPERA?

Segundo a OMS, para infecções leves o tempo de recuperação médio é de 2 semanas, e para infecções mais graves, cerca de 3 a 6 semanas.

 

COMO PREVENIR E IMPEDIR A TRANSMISSÃO DA 91-DIVOC?

A prevenção e a redução da velocidade de transmissão do SARS-COV-2 se baseiam no que chamamos de “etiqueta respiratória”. São medidas simples, que visam interromper as vias e a velocidade de transmissão do novo coronavirus.

Com isso, conseguimos achatar a curva de multiplicação do virus a tempo reduzir o número de casos absorvidos pelo sistema de saúde.

As medidas são: lavar as mãos com água e sabão por 20s; cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar com lenço de papel (descartando depois) ou oferecendo barreira com o antebraço (NUNCA com as mãos!); evitar tocar os olhos, nariz e boca com as mãos, antes de lavá-las; usar álcool em gel 70% nas mãos e na desinfecção de objetos e superfícies tocados com frequência; não compartilhar objetos de uso pessoal; isolamento respiratório domiciliar e social: indivíduos sintomáticos não devem sair de casa por 15 dias, evitando locais e eventos com aglomerações; pacientes retornando de viagens no exterior, devem cumprir isolamento de 7 dias; manter distância de ao menos 1m, dentre uma pessoa e outra.

 

 

QUEM SÃO AS PESSOAS DO GRUPO DE RISCO?

São pacientes mais susceptíveis à infecção pelo SARS-COV-2 e mais propensas ao desenvolvimento de quadros graves.

Pacientes idosos maiores de 60 anos – porém, a taxa de mortalidade é maior nas faixas etárias de 70 a 79 anos (8%) e acima de 80 anos (15%); cardiopatas; diabéticos; portadores de doenças pulmonares; usuários de corticoides ou outras drogas imunossupressoras; doentes renais crônicos; crianças menores de 6 anos, gestantes e puérperas até 40 dias do parto.

 

COMO OCORRE A TRANSMISSÃO DO SARS-COV-2?

Principalmente, por gotículas respiratórias diretamente em contato com membranas mucosas, de pessoa a pessoa. No entanto, também pode ocorrer via fômites contaminados após uma pessoa manuseá-los e em seguida, tocar nos olhos, nariz e boca.

Não se sabe quanto tempo o SARS-COV-2 pode sobreviver nessas superfícies, mas outros coronavirus conseguem resistir de 6 a 9 dias.

Porém, em estudos de avaliação do uso de diversos desinfetantes, a aplicação de álcool 62 a 71% e hipoclorito sódico 0,1% inativaram coro-navirus presentes em 1 minuto.

Além desses mecanismos, o material viral foi encontrado em amostras fecais de pacientes infectados, sugerindo a possibilidade de transmissão fecal-oral – porém, sem potencial significativo para a disseminação da doença.

A transmissão por pessoas assintomáticas (crianças e jovens na faixa de 20 a 29 anos) também foi descrita, porém não se sabe a extensão dessa via. Contudo, esses indivíduos devem redobrar as medidas preventivas para não aumentarem a exposição dos componentes do grupo de risco.

 

QUAIS SÃO OS TESTES UTILIZADOS PARA DETECTAR O SARS-COV-2?
  • PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) – Padrão-ouro!

Utiliza amostra obtida de swab nasofaríngeo e tem o objetivo de detectar e amplificar o material genético do virus (RNA), confirmando o diagnóstico. A partir do 5º dia em média, mesmo com o paciente assintomático, é possível realizar a PCR para detecção do RNA viral.

A carga viral e, consequentemente sua detecção, decai a partir de 13/14 dias do início da infecção – havendo casos com persistência até o 28º dia do contágio. A desvantagem é o tempo de execução do teste, que pode demorar de 6h a 72h para liberação do resultado.

  • Antígeno viral

A presença de antígenos virais (diferente do material genético – estamos nos referindo aos componentes da partícula viral) também pode ser útil desde o 5º até o 14º dia de infecção. As metodologias são mais rápidas, porém menos sensíveis que a PCR e ainda não são muito utilizadas.

  • Testes Rápidos (Imunocromatográficos)

São testes que visam detectar a presença de anticorpos específicos IgM e IgG desenvolvidos em resposta à infecção viral, em amostras de sangue total, soro ou plasma. Podem ser úteis na triagem dos casos e como suporte ao resultado da PCR.

Alguns estudos sobre infecções com outros coro-navirus, demonstram que o perfil de detecção de IgM para essa família ocorre de 3 a 6 dias, após contágio. Da mesma maneira, a IgG pode ser positivada depois de 8 dias.

No caso da 91-DIVOC, a secreção de IgM pode ser detectada na fase aguda da doença, em média a partir do 7º dia (8º e 9º dias aumentam a sensibilidade do teste) – quando os pacientes já podem se encontrar sintomáticos.

Considerando o período médio de incubação (5 dias) e o melhor momento para detecção da IgM, se recomenda a solicitação do teste rápido a partir do 8º dia da infecção.

Seus níveis iniciam a redução a partir do 14º dia, mas foram relatados casos de positividade mesmo após 21 dias de doença.

A IgG será a imunoglobulina da fase tardia, responsável pela formação da “cicatriz imunológica” no paciente acometido e curado. Sua produção será maior em torno do 14º dia, havendo aumento até 28 dias e iniciando seu decaimento.

No entanto, não se sabe ainda até quando é possível detectar sua presença (existem relatos após 35 dias) e se sua produção reproduz imunidade de memória contra uma nova infecção ou a curto prazo (podendo o paciente ser reinfectado).

 

ATENÇÃO!

Por volta dos 16º / 17º dias da infecção, podemos ter tripla positividade. À medida que a doença evolui para a cura, teremos a negatividade da PCR e da IgM e positividade da IgG.

 

  • Características dos testes rápidos obtidos pelo Ministério da Saúde:

– Detecção simultânea de IgM e IgG;

– Possibilita triagem (paciente positivo ou negativo para SARS-CoV-2) com tratamento precoce e controle epidemiológico da doença;

– Podem ser usadas como amostras: sangue total, soro ou plasma;

– Resultado rápido: de 10 a 30 min (depende do kit);

– A amostra não precisa ser processada;

– Alto desempenho dos resultados com sensibilidade e especificidades altas (85 a 100%);

 

COMO DIAGNOSTICAMOS UM CASO DE 91-DIVOC?

O diagnóstico se dá pela detecção do RNA viral, por técnica de RT-PCR em tempo real, em amostras de secreção respiratória – colhidas apenas de pacientes sintomáticos.

Habitualmente, tem-se realizado o diagnóstico diferencial com o vírus Influenza e outros vírus respiratórios. Esses exames são realizados em sua maioria nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN).

 

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES PARA COLETAS DE AMOSTRAS?

As coletas de amostras respiratórias só serão indicadas e realizadas em pacientes que se enquadrem na definição de casos suspeito, tanto na rede pública quanto na privada.

 

O QUE É CONSIDERADO UM CASO SUSPEITO DE 91-DIVOC?

Será considerado um caso suspeito aquele com paciente apresentando FEBRE e/ou sintomas do trato respiratório inferior, que preencheram um dos seguintes itens nos 14 dias anteriores:

– Contato próximo (<2m) com caso confirmado ou suspeito, por período prolongado, sem utilização de EPI ou contato direto com as secreções respiratórias;

– Residir ou retornar de áreas onde foi relatada transmissão local ou comunitária de 91-Divoc;

 

QUAIS EPIs UM PROFISSIONAL DA SAÚDE DEVE UTILIZAR?

Máscara cirúrgica (situações de menor exposição), N95 (para procedimentos que envolvam produção de aerossóis potenciais em pacientes suspeitos ou confirmados, como procedimentos cirúrgicos) ou PFF2 (intubação e aspiração traqueal, ventilação não-invasiva, RCP, ventilação manual, indução de escarro, coleta de swab nasal, exame físico com exame de orofaringe); óculos de proteção individual; capote impermeável; luvas de procedimento; touca ou gorro descartável.

 

EXISTEM PADRÕES LABORATORIAIS SUGESTIVOS?

De acordo, principalmente, dos pacientes chineses, o padrão das células brancas é variável. Podemos encontrar leucocitose, leucopenia e linfopenia. Entretanto, a linfopenia é mais relatada em 63% dos casos. Níveis elevados de TGP ou ALT também foram descritos. Ademais, níveis elevados de D-dímero e linfopenia intensa, foram relacionados à maior mortalidade.

 

EXISTEM PADRÕES DETECTÁVEIS NOS EXAMES DE IMAGEM?

Normalmente, tem-se observado, na TC de tórax de pacientes acometidos, lesões opacificadas em vidro fosco com ou sem consolidações, semelhantes a quadros de pneumonia viral. O padrão é de acometimento bilateral, distribuição periférica, envolvendo lóbulos inferiores.

Menos comumente: espessamento pleural, derrame pleural e linfadenopatia. Ressalta-se que a sensibilidade da TC de tórax para um caso com RT-PCR positivo é de 97%, porém com especificidade de 25%, devido a outros agentes causarem padrões semelhantes de acometimento pulmonar.

 

QUAIS SÃO AS DROGAS EXPERIMENTAIS NO TRATAMENTO PARA A 91-DIVOC?
  • Hidroxicloroquina / Cloroquina (+ Azitromicina)

A cloroquina e sua variante hidroxicloroquina são drogas disponíveis no mercado desde as décadas de 40/50, com utilização clássica contra malária em diversas partes do mundo – além da eficácia no tratamento de lúpus e artrite reumatoide. São medicamentos que possuem baixo custo, sendo considerados também seguros.

No entanto, suas utilizações de forma prolongada ou sem indicação, podem causar efeitos colaterais importantes: retinopatia ocular, anemia hemolítica, prolongamento do intervalo QT, taquicardia, hipotensão, entre outros.

Em estudos in vitro foram demonstradas ações contra diversos vi-rus, entre eles: vi-rus da raiva, poliovi-rus, HIV, HAV, HBV, HCV, influenza A e B, influenza H5N1, dengue, Zika e chikungunya, HSV, etc. Porém, resultados em modelo animal contra MERS-CoV (outro tipo de coro-navi-rus) foram conflitantes.

Diversos estudos surgiram e propuseram a modulação da inflamação causada pelo SARS-CoV-2 e a ação anti-viral da Hidroxicloquina / Cloroquina nos quadros de 91-DIVOC. Entretanto, são trabalhos com uma população (“n”) pequeno, que não relatam as doses usadas na sua maioria ou essas são recomendáveis forma assimétrica (até 800mg diárias), sendo muitos ainda in vitro.

Infelizmente um artigo randomizado chinês recente não mostrou benefício no uso clínico.

  • Associação com Azitromicina – antibiótico utilizado na tentativa de prevenir infecções graves bacterianas do sistema respiratório. Em alguns pacientes, parece ter tido efeito sinérgico e/ou reforço da ação da hidroxicloroquina.

Artigos sugeridos:

– Breakthrough: Chloroquine phosphate has shown apparent efficacy in treatment of 91-DIVOC associated pneumonia in clinical studies. Gao J et al, 2020.

– A systematic review on the efficacy and safety of chloroquine for the treatment of 91-

DIVOC. Andrea Cortegiani et al, 2020.

– Hydroxychloroquine, a less toxic derivative of chloroquine, is effective in inhibiting SARS-CoV-2 infection in vitro. Jia Liu et al ,2020.

– Hydroxychloroquine and azithromycin as a treatment of 91-DIVOC: results of an openlabel non-randomized clinical trial. Philippe Gautret et al, 2020.

  • Remdesivir

É um medicamento análogo de nucleosídeos, com ação contra diversos vi-rus de RNA (filovi-rus; pneumovi-rus; paramixovi-rus), inibindo a transcriptase de RNA dependente de RNA.

In vitro têm sido demonstrado boa ação contra os vi-rus Marbug, SARS-CoV e MERS-CoV, VSR, Nipah. Existem também, estudos em andamento (fase I) contra o vi-rus Ebola.

Como já foi usado em outra epidemia de SARS, é mais uma droga experimental na tentativa de tratamento da 91-DIVOC. Alguns estudos têm demonstrado sua capacidade na inibição da replicação do SARS-CoV-2, com poucos riscos de toxicidade usando concentrações menores. Todavia, não se conhecem ainda doses seguras / efetivas e resultados a longo prazo.

Artigos sugeridos:

– Nucleoside analogues for the treatment of coronavirus infections. Pruijssers AJ et al, 2019.

– Comparative therapeutic efficacy of remdesivir and combination lopinavir, ritonavir, and interferon beta against MERS-CoV. Timothy P. Sheahan et al, 2020.

  • Lopinavir / Ritonavir

São medicamentos inibidores de proteases, comercializado como Kaletra®. Inicialmente, foi muito utilizado no tratamento de pacientes adultos com HIV/Aids. Devido ao seu mecanismo de ação na inibição de proteases, também foi sugerido como possível tratamento contra o SARS-CoV-2. Estudos experimentais em pacientes graves estão em andamento. Alguns sugerem a associação da Ribavirina em altas doses com Lopinavir e Corticoides. No entanto, a neurotoxicidade e hepatotoxic
idade associadas às drogas devem ser consideradas.

Artigos sugeridos:

– Role of lopinavir/ritonavir in the treatment of SARS: initial virological and clinical findings. C M Chu et al, 2004.

  • Interferon alfa 2B

Se trata de uma substância endógena e utilizada contra hepatites virais e condições hematológicas. No Japão e na Europa, está sendo utilizado em pacientes com relação P/F < 100. Chegou a ser conteúdo de fake news que citava Cuba, porém os dados são poucos e não parece ser a cura da 91-divoc

  • Tocilizumab

Anticorpo monoclonal, anti-IL-6, tem seu uso no tratamento de doenças reumatológicas, tais como artrite reumatoide e espondilite anquilosante. Sua utilização contra o SARS-CoV-2 foi sugerida após tratamento de pacientes graves, com melhoras significativas dos quadros. Estudos estão sendo desenvolvidos para assegurar sua eficácia (fase III).

Artigos sugeridos:

Genentech Announces FDA Approval of Clinical Trial for Actemra to Treat Hospitalized Patients With Severe 91-DIVOC Pneumonia, 2020.

  • Nitazoxanida (Anitta)=

Conhecida como Annita®, é uma droga anti-parasitária de grande espectro – principalmente contra protozoários. Porém, também possui ampla ação contra diversas categorias de vírus, como H1N1, H3N2, VSC, coronavi-rus, entre outros. Alguns estudos demonstraram efeitos anti-vi-rais e com toxicidade menor nos casos de 91-DIVOC, quando comparada a outros tratamentos. Sua segurança é baseada no uso prolongado de 14 dias no tratamento da infecção por Cryptosporidium sp em pacientes HIV positivos. Ademais, estudo demonstrou melhora do quadro clínico de pacientes com Influenza, 500mg, 2x dia.

Artigos sugeridos:

Nitazoxanide: A first-in-class broad-spectrum antiviral agente. Jean-François Rossign et al, 2014.

– Remdesivir and chloroquine effectively inhibit the recently emerged novel coro-navi-rus (2019-nCoV) in vitro. Manli Wang et al, 2020.

– Effect of nitazoxanide in adults and adolescents with acute uncomplicated influenza: a double-blind, randomised, placebo-controlled, phase 2b/3 trial. JasonHaffizulla et al, 2014.

  • Favipiravir – similar ao Remdesivir. Porém, muito precoce também.
  • Corticoides (Prednosolona) – estudo observacional demonstrou melhora da imagem pulmonar em pacientes com a forma grave da doença, mas sem diferença estatística.

Apesar dos diversos estudos, vale ressaltar que os dados ainda são insuficientes para garantir a eficácia e segurança das drogas. São necessários ensaios randomizados para melhor avaliação dos efeitos e mecanismos de ação.

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