A VIDA INTELECTUAL DO ELEITO

UMA VIDA DE VOCAÇÃO


Vamos deixar claro que o que procuramos, na área de estudar a Bíblia e o tempo que estamos, é “Vocação”. Vocação

substantivo feminino

  • Ato ou efeito de chamar(-se); denominação.
  • Apelo ou inclinação para o sacerdócio, para a vida religiosa.

Falar de vocação é se referir àqueles que pretendem fazer do trabalho intelectual sua própria vida, tanto os que têm todo seu tempo para dedicar ao estudo, como os que, empenhados em suas ocupações profissionais, reservam para si, como feliz suplemento e recompensa, o desenvolvimento profundo do espírito.

Uma vocação não se satisfaz com vagas leituras e pequenos trabalhos dispersos. Exige penetração e continuidade, um esforço metódico, que vise uma plenitude que corresponda ao apelo do Espírito Santo e aos recursos que Ele nos quis comunicar.

Esse apelo não deve ser prejulgado. Entrar por um caminho que não se pode trilhar com segurança só pode resultar em fracassos.

O trabalho se impõe a todos, e depois de uma primeira formação na obrigação, seria uma tolice deixar seu espírito recair pouco a pouco na miséria inicial, mas uma coisa é a tranquila conservação do que adquirimos, outra coisa é a retomada desde seus fundamentos de uma instrução que reconhecemos como provisória, que consideramos apenas como um ponto de partida. Essa última é o estado de espírito de um vocacionado. Ele exige uma séria resolução. A vida de estudos é um conjunto de políticas que visam cortes em sua vida prática, como seus hábitos, e impõe pesadas obrigações. Ela recompensa, e largamente, mas requer uma dedicação de que poucos são capazes. Os atletas da inteligência, como os do esporte, devem prever privações, longos treinamentos e uma natureza resistente, as vezes sobre-humana (pelo sentido puro de humanidade, como seres de natureza pecaminosa, preguiçosa, imunda e má).

É preciso doar-se de todo o coração para que a verdade se doe. A verdade só serve à seus escravos.

A vocação intelectual é como todas as outras, está inscrita em nossos instintos, em nossas capacidades. Nossas disposições são como as propriedades químicas que determinam, para cada corpo, as combinações que esse corpo pode realizar. Elas não podem ser criadas por nós. Elas vêm de Yahuah Tzvaot. Toda a questão se resume em acatar a Vontade de Yahuah sobre o teu miserável arbítrio limitado.

Ame a verdade e seus frutos de vida, por você e pelos outros, consagre ao estudo e a seu uso o principal do seu tempo e do seu coração.

 

Todos os caminhos, exceto um, são maus para você, pois afastam-se da direção em que sua ação é esperada e requerida. Não seja infiel a Yahuah, não há como servir o mundo e à Yah ao mesmo tempo, há de se escolher um e repudiar o outro.

Isso supõe que você vem à vida intelectual de sacerdócio à Yahuah com propósitos desinteressados à vida terrena, não por ambição ou tola glória vã. O doce som da publicidade só tentam os espíritos fúteis. A ambição, subjugando a Verdade Eterna, ofende-a. Para ganharmos algo, precisamos pagar, como o capitalismo verdadeiro que Yahuah declarou em Gênesis, no qual o homem viveria com o suor do seu rosto, é também aplicado ao conhecimento das Coisas do Alto, não pense que conseguiremos conhecimento de graça, pagamos com muito tempo, cansaço, leitura, descanso tardio e renúncias na vida social e prática. Obter sem pagar é um desejo universal da humanidade, mas é o desejo de corações covardes e de cérebros enfermos, enquanto não voltarmos à nossa natureza inicial, como glorificados, teremos de obter pagando.

Quantos eleitos, que ainda nem sabem que o são, que têm a pretensão de se tornarem trabalhadores, desperdiçam miseravelmente seus dias, suas forças, sua seiva intelectual, seu ideal! Ou não trabalham – e sobra-lhes tempo! – ou trabalham mal, caprichosamente, sem saber nem quem são, nem para onde querem ir, nem como se caminha. Cursos, leituras, amizades, dosagem de trabalho e de repouso, de solidão e de ação, de cultura geral e da especializada, espírito de estudo, arte de extrair e utilizar as informações adquiridas, realizações provisórias que anunciam o próximo trabalho, virtudes a obter e a desenvolver, nada é previsto, e nada se realizará.

Mas preciso dizer: que diferença, em igualdade de recursos, entre aquele que sabe e que prevê e aquele que segue ao sabor das correntezas!

“O gênio é uma longa paciência”, mas uma paciência organizada, inteligente. Não é preciso ter faculdades extraordinárias para realizar uma obra, basta uma simples superioridade, o reto é dado pela energia e por sua dedicada aplicação.

 

A disciplina de um ofício é uma grande escola: ensina o homem de estudos a ampliar suas possibilidades. Coagido, concentra-se mais, aprende o valor do tempo, refugia-se com entusiasmo nessas raras horas em que, cumprido o dever, abraça seu ideal, horas em que frui da ação eleita, depois da ação imposta pela dura existência.

O trabalhador que encontra assim no novo esforço a recompensa do esforço antigo, que dele faz seu tesouro de avaro, é normalmente um apaixonado, não se consegue apartá-lo do que está assim consagrado pelo sacrifício. Se o seu caminhar parece mais lente, ele é capaz de levá-lo mais longe. Pobre tartaruga, não se diverte, persevera, e ao cabo de poucos anos terá ultrapassado a lebre indolente cujo andar desenvolto causava inveja a seu dificultoso caminhar.

Pense agora no trabalhador isolado, privado de recursos intelectuais e de contatos estimulantes, enterrado em algum fim-de-mundo, onde parece condenado a definhar, exilado longe das ricas bibliotecas, dos cursos brilhantes, do público vibrante, tendo somente a si mesmo e obrigado a tudo extrair desse fundo inalienável. Que esse corajoso não desanime! Se tem tudo contra si, que preserve a si mesmo e que isto lhe baste.

Nas montanhas, só tencionamos os músculos nas passagens difíceis, as sendas planas deixam-nos relaxados e a frouxidão desatenta logo se mostra mortal.

O que vale mais do que tudo é o querer, um querer profundo: querer ser alguém, chegar a algum lugar, ser já, pelo desejo, esse alguém qualificado por seu ideal. O resto sempre se arranja. Bíblias há em qualquer lugar, Livros há também em qualquer lugar, e apenas um ou três são necessários para a vida de um Eleito. Contatos, estímulos, podem ser encontrados em espírito na solidão: os grandes homens estão aí, presentes a quem os invoca, na Bíblia o achamos, e os grandes séculos passados impulsionam o pensador ardente. Cursos, quem deles dispõe não os frequente ou frequenta-os mal, se não tiver em si a que recorrer na falta de um tal privilégio. Quanto ao público, se ele por vezes o estimula, frequentemente perturba, dispersa, e por causa de dois centavos que encontra na rua, você poderá perder uma fortuna. Mais vale a solidão apaixonada, em que toda semente produz cem por um, e todo raio de sol, um dourado outonal.

Sentimos que somos diferentes, que somos primícias diante de uma força maior que nós. Quando alguém experimenta tais sentimentos, não importa onde está nem do que dispõe, foi marcado com um sinal, é um eleito do Espírito de Yahuah Tzvaot, resta perseverar e dedicar-se à vida tal como Yahuah a dispõe.

Você tem duas horas por dia? Pode comprometer-se a preservá-las cuidadosamente, a empregá-las ardentemente, e depois, sendo também destinado ao Reino de Yahuah, poderá beber o cálice de sabor dedicado e amargo que as páginas da Bíblia pretendem que experimente? Se a resposta for sim, tenha confiança. Mais que isso, repouse numa absoluta certeza.

Obrigado a ganhar a vida, ganhe-a ao menos sem sacrificar-lhe, como acontece tantas vezes, a liberdade de sua alma. Não seja escravo do sistema tendo ambições terrenas e vãs, ganhe o mínimo para viver e valorize o seu tempo de estudo!

Abandonado, será arremessado com mais violência ainda a seus nobres objetivos. Aprenda a administrar esse pouco tempo, mergulhe todos os dias de sua vida na fonte que mata a sede. O conhecimento é algo que te preenche e te expande para preencher mais, é claramente uma evolução metafísica do espírito, que repousando nas Sagradas Escrituras, te torna um possuidor da Verdade Universal sobre a Realidade e a Vida.

 

Uma outra característica da vocação intelectual é que o trabalhador crente em Yahusha ha’Mashyach, não deve ser um isolado. Seja qual for a sua situação, por mais abandonado ou retirado que esteja materialmente, não deve cair na tentação do individualismo, a imagem deformada da personalidade intelectual.

Tanto quanto a solidão vivifica, o isolamento paralisa e esteriliza. À força de ser uma alma, deixa-se de ser um homem. O isolamento é inumano, pois trabalhar humanamente é trabalhar com o sentimento do homem, de suas necessidades, de suas grandezas, da solidariedade que nos une em uma vida estreitamente comum.

Um trabalhador crente deveria viver constantemente na história. Já que vive com Yahusha ha’Mashyach, não pode separar dele nem os tempos, nem os homens. É bom que tenha companhia em sua vida, seja familiar, ou de qualquer outra pessoa, que possa conversar sobre os seus objetivos intelectuais, afinal quem tem um novo brinquedo, quer falar dele, não consegue falar de algo que não seja dele. Devemos falar da Verdade. Toda Verdade é vida, orientação, caminho para a finalidade do homem. Por isso Yahusha disse como uma única afirmação: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Trabalhe sempre em espírito de serviço, como diz o Evangelho. Ouça o gênero humano rugir como um Leão ao seu redor, distinga estes ou aqueles indivíduos ou grupos de que conheceis a indigência, descubra o que pode arrancá-los da noite, enobrecê-los, o que, de perto ou de longe, salva-os. As únicas verdades santas são as verdades redentoras, e é tanto sobre nosso trabalho como sobre tudo o mais que o Apóstolo afirma: “A verdade de Yahuah é que sejais santos!”.

E a verdade é que seremos santos, porquê todos os nossos pecados são justificados e serão apagados e esquecidos, mas esse momento será apenas na Expiação, quando Yahusha vir e nos passar pelo fogo, então seremos santos, porquê todos os nossos pecados, os que cometemos, e os que vamos cometer, já estão fadados ao esquecimento total.

Yahusha ha’Mashyach precisa de nosso espírito para a sua obra como precisava, sobre a Terra, de seu próprio espírito humano. Ele partiu e deu o Espírito para que possamos dar início ao período de intervalo entre as quatro primeiras festas da Torah e as três últimas, chamado de “Expansão do Evangelho aos Gentios” para que então após esse lapso de tempo venha o fim, a última semana de Daniel.

Somos os membros de Yahusha, porquê Ele é a cabeça, e seremos controlados por Ele quando cair a chuva serôdia pouco antes do 1° Selo do Apocalipse, é novamente a manifestação do Espírito Santo como teve em Atos, mas o que teve na época dos apóstolos foi a Chuva Temporã, e então tem o cessar disso, e virá a Serôdia que é a mais forte, feriremos a terra, o mar, os rios, as fontes das águas e a vegetação com catástrofes, estaremos ligados e conectados na rede chamada “Espírito Santo”, porquê Ele não habitará apenas em nosso corpo, como hoje, mas se manifestará em nós, e faremos grandes prodígios.

 

As qualidades do caráter têm um papel predominante em tudo. O intelecto não passa de um instrumento; sua utilização determinará seus efeitos.

E é claro que para bem reger a inteligência, várias outras qualidades são requeridas, além da própria inteligência. Institivamente, todo espírito reto proclama que a superioridade de qualquer espécie inclui uma dose de superioridade espiritual. Para julgar com verdade, é preciso ser grande.

A vida é uma unidade. De onde provém essa unidade da vida? Do amor. “Dize-me o que amas, e eu te direi o que és”. O amor é o começo de tudo em nós, e esse ponto de partida comum do conhecimento e da prática não pode deixar de tornar solidários, em certa medida, os retos caminhos de um e da outra.

A verdade aproxima-se dos que a amam, dos que a acolhem, e esse amor não existe sem virtude, Por isso, apesar de suas possíveis taras, o gênio envolvido em seu trabalho já é virtuoso.

O verdadeiro brota no mesmo terreno que o bem, suas raízes comunicam-se. Separados dessa raiz comum, e por isso menos enraizado em seu terreno, ambos sofrem, a alma definha ou o espírito desfalece. Ao contrário, alimentando o verdadeiro esclarecemos a consciência, fomentando o bem, orientamos o saber.

Praticando a verdade que conhecemos, merecemos a que ignoramos.

A obediência da alma à fonte inefável (Yahuah), suas disposições filiais e amorosas abrem-na à invasão das iluminações e dos ardores e virtudes. Amada e realizada como vida, a verdade revela-se como princípio, vemos de acordo com o que somos, participamos da verdade participando do Espírito pelo qual ela existe.

A grandes intuições pessoais vêm, assim como o valor, do aperfeiçoamento moral, do desapego de si mesmo e das banalidades rotineiras, da humildade, da simplicidade, da disciplina dos sentidos e da imaginação, do empenho em alcançar os grandes fins.

A virtude em geral é necessária à ciência, e quanto maior a retidão moral, mais fecundo será o estudo. Porém, há uma virtude própria do intelectual.

 

A virtude própria do homem de estudos é evidentemente a estudiosidade. No reino da estudiosidade, há pretensões ambiciosas que desorientam uma vocação intelectual, a ambição pode alterar a estudiosidade e seus bons efeitos, são elas a negligência, o desleixo com os estudos, ou com sua rotina de estudos, a curiosidade vã, o interesse por coisas chulas que não edificam, não estou falando de as vezes você assistir algo para descansar, mas sim o interesse ativo no dia-a-dia em coisas que tem como o objetivo te imbecilizar e te tornar idiota.

A idiotice:

Do grego “idios”, quer dizer “o mesmo”.

Idiotes, de onde veio o nosso termo “idiota”, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez.

Alguns exemplos são: fãs de Futebol, de Novelas e Programas de fofoca; fãs de Política; fãs de Pornografias; viciados em Jogos de Videogames […]

No estudo, não sobrecarregue o solo, não levante a construção além do que a base permite, ou antes que a base esteja firme: isso faria tudo ruir.

Quem é você? Onde está? Que alicerces intelectuais já possui?

O sábio começa pelo começo e só dá um novo passo depois de assegurar o anterior.

Não devemos nos superestimar, mas nos avaliar. Aceitarmo-nos tal qual somos é obedecer a Yahuah Tzvaot e preparar-nos vitórias seguras. Pretende a natureza mais do que ela pode? Tudo nela é medido com exatidão, sem esforços vãos e sem avaliações ilusórias. Cada ser age segundo sua quantidade e sua qualidade, sua natureza e sua força, e depois repousa em paz. Somente o homem vive de pretensões e tristezas.

Que ciência e que virtude há em julgar-se bem e em perseverar em si mesmo!

Você tem um papel que só você pode representar e que deve ser representado com perfeição de acordo com a predestinação de Yahuah Tzvaot. Caminhe para frente e fiel a Yah tendo o Pai como nosso guia. O estudo deve preservar o lugar do culto, da oração, da meditação direta sobre as coisas de Yah.

Todo estudo é um estudo da eternidade. A inteligência desempenha plenamente seu papel exercendo uma função religiosa, quer dizer, prestando um culto à verdade suprema através da verdade reduzida e dispersa.

Cada verdade é um fragmento que exibe em todos os seus aspectos suas ligações; a Verdade em si mesma é uma, e a Verdade é Yahuah Tzvaot.

Cada verdade é um reflexo: por trás do reflexo, dando valor, está a Luz, Yah.

 

Uma boa higiene é uma virtude quase intelectual. Tanto quanto possível, leve uma vida ao ar livre. Está comprovado que a atenção, esse nervo da ciência, tem uma estreita correção com a respiração, e sabemos que a abundância de oxigênio é uma condição fundamental para a saúde em geral. Janelas abertas ou entreabertas noite e dia, quando a prudência o permite, frequentes sessões de amplas respirações, sobretudo combinadas com movimentos que se ampliem e as normalizem, caminhadas antes e depois do trabalho, ou combinando-se com ele, são excelentes práticas.

É importante trabalhar numa posição que deixe livres os pulmões e não comprima as vísceras. É bom interromper de vez em quando uma sessão de estudo para respirar profundamente, para fazer dois ou três gestos ritmados que alonguem a musculatura e impeçam-na de se comprimir. Descobriu-se que respirações amplas feitas nas pontas dos pés, o corpo ereto, junto a uma janela aberta, são mais eficazes ainda. Não negligencie nada, evitando assim a congestão dos seus órgãos e sua consequente debilidade.

Você precisa de uma sessão de exercícios todo dia. Lembre-se da frase do Dr. Lair Ribeiro “Se você não arrumar tempo para cuidar da sua saúde, terá que arrumar tempo para cuidar doença”.

Cuide da alimentação. Uma refeição leve, simples, moderada em quantidade e em condimentos, favorecerá um trabalho mais atento e mais livre. Um pensador não passa a vida em sessões de digestão.

Vele mais ainda sobre o seu sono. Não durma muito nem pouco. Muito sono torna o sangue e o pensamento pesados, gordurosos espessos, pouco sono torna-o suscetível a prolongar e aumentar perigosamente as excitações do trabalho. Observe-se, em matéria de sono, como para a alimentação, encontre a medida que lhe convém e tome a firme resolução de mantê-la. Nessa matéria não há uma lei geral.

Em suma, compreenda que o cuidado com o corpo, instrumento da alma, é para o intelectual uma virtude e uma sabedoria. Não torne-se um raquítico, um fraco, que acabaria mais tarde transformando-se num idiota, não seja um tolo administrador do talento que Yahuah lhe confiou.

Quem é guloso, preguiçoso, escravo do travesseiro e da mesa, quem abusa do vinho, do álcool, do tabaco, quem esquece de si mesmo nas excitações da vida, em hábitos a um só tempo debilitantes e enervantes, tem uma doença no espírito, e precisa se curar disso com muito jejum, vigilha e a tortura com abstinências os desejos da carne para poder servir ao Pai, não dá para servir a dois mestres, ou você ou o Pai. É bom, as vezes, praticarmos o contrário do satanismo.

Um amigo do prazer é um inimigo do próprio corpo e logo se torna um inimigo da própria alma. A mortificação da carne é necessária nesse trabalho. Obedeça à carne, e estará se tornando carne, e o que é preciso é tornar-se todo Espírito.

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UMA VIDA DE VOCAÇÃO


Vamos deixar claro que o que procuramos, na área de estudar a Bíblia e o tempo que estamos, é “Vocação”. Vocação

substantivo feminino

  • Ato ou efeito de chamar(-se); denominação.
  • Apelo ou inclinação para o sacerdócio, para a vida religiosa.

Falar de vocação é se referir àqueles que pretendem fazer do trabalho intelectual sua própria vida, tanto os que têm todo seu tempo para dedicar ao estudo, como os que, empenhados em suas ocupações profissionais, reservam para si, como feliz suplemento e recompensa, o desenvolvimento profundo do espírito.

Uma vocação não se satisfaz com vagas leituras e pequenos trabalhos dispersos. Exige penetração e continuidade, um esforço metódico, que vise uma plenitude que corresponda ao apelo do Espírito Santo e aos recursos que Ele nos quis comunicar.

Esse apelo não deve ser prejulgado. Entrar por um caminho que não se pode trilhar com segurança só pode resultar em fracassos.

O trabalho se impõe a todos, e depois de uma primeira formação na obrigação, seria uma tolice deixar seu espírito recair pouco a pouco na miséria inicial, mas uma coisa é a tranquila conservação do que adquirimos, outra coisa é a retomada desde seus fundamentos de uma instrução que reconhecemos como provisória, que consideramos apenas como um ponto de partida. Essa última é o estado de espírito de um vocacionado. Ele exige uma séria resolução. A vida de estudos é um conjunto de políticas que visam cortes em sua vida prática, como seus hábitos, e impõe pesadas obrigações. Ela recompensa, e largamente, mas requer uma dedicação de que poucos são capazes. Os atletas da inteligência, como os do esporte, devem prever privações, longos treinamentos e uma natureza resistente, as vezes sobre-humana (pelo sentido puro de humanidade, como seres de natureza pecaminosa, preguiçosa, imunda e má).

É preciso doar-se de todo o coração para que a verdade se doe. A verdade só serve à seus escravos.

A vocação intelectual é como todas as outras, está inscrita em nossos instintos, em nossas capacidades. Nossas disposições são como as propriedades químicas que determinam, para cada corpo, as combinações que esse corpo pode realizar. Elas não podem ser criadas por nós. Elas vêm de Yahuah Tzvaot. Toda a questão se resume em acatar a Vontade de Yahuah sobre o teu miserável arbítrio limitado.

Ame a verdade e seus frutos de vida, por você e pelos outros, consagre ao estudo e a seu uso o principal do seu tempo e do seu coração.

 

Todos os caminhos, exceto um, são maus para você, pois afastam-se da direção em que sua ação é esperada e requerida. Não seja infiel a Yahuah, não há como servir o mundo e à Yah ao mesmo tempo, há de se escolher um e repudiar o outro.

Isso supõe que você vem à vida intelectual de sacerdócio à Yahuah com propósitos desinteressados à vida terrena, não por ambição ou tola glória vã. O doce som da publicidade só tentam os espíritos fúteis. A ambição, subjugando a Verdade Eterna, ofende-a. Para ganharmos algo, precisamos pagar, como o capitalismo verdadeiro que Yahuah declarou em Gênesis, no qual o homem viveria com o suor do seu rosto, é também aplicado ao conhecimento das Coisas do Alto, não pense que conseguiremos conhecimento de graça, pagamos com muito tempo, cansaço, leitura, descanso tardio e renúncias na vida social e prática. Obter sem pagar é um desejo universal da humanidade, mas é o desejo de corações covardes e de cérebros enfermos, enquanto não voltarmos à nossa natureza inicial, como glorificados, teremos de obter pagando.

Quantos eleitos, que ainda nem sabem que o são, que têm a pretensão de se tornarem trabalhadores, desperdiçam miseravelmente seus dias, suas forças, sua seiva intelectual, seu ideal! Ou não trabalham – e sobra-lhes tempo! – ou trabalham mal, caprichosamente, sem saber nem quem são, nem para onde querem ir, nem como se caminha. Cursos, leituras, amizades, dosagem de trabalho e de repouso, de solidão e de ação, de cultura geral e da especializada, espírito de estudo, arte de extrair e utilizar as informações adquiridas, realizações provisórias que anunciam o próximo trabalho, virtudes a obter e a desenvolver, nada é previsto, e nada se realizará.

Mas preciso dizer: que diferença, em igualdade de recursos, entre aquele que sabe e que prevê e aquele que segue ao sabor das correntezas!

“O gênio é uma longa paciência”, mas uma paciência organizada, inteligente. Não é preciso ter faculdades extraordinárias para realizar uma obra, basta uma simples superioridade, o reto é dado pela energia e por sua dedicada aplicação.

 

A disciplina de um ofício é uma grande escola: ensina o homem de estudos a ampliar suas possibilidades. Coagido, concentra-se mais, aprende o valor do tempo, refugia-se com entusiasmo nessas raras horas em que, cumprido o dever, abraça seu ideal, horas em que frui da ação eleita, depois da ação imposta pela dura existência.

O trabalhador que encontra assim no novo esforço a recompensa do esforço antigo, que dele faz seu tesouro de avaro, é normalmente um apaixonado, não se consegue apartá-lo do que está assim consagrado pelo sacrifício. Se o seu caminhar parece mais lente, ele é capaz de levá-lo mais longe. Pobre tartaruga, não se diverte, persevera, e ao cabo de poucos anos terá ultrapassado a lebre indolente cujo andar desenvolto causava inveja a seu dificultoso caminhar.

Pense agora no trabalhador isolado, privado de recursos intelectuais e de contatos estimulantes, enterrado em algum fim-de-mundo, onde parece condenado a definhar, exilado longe das ricas bibliotecas, dos cursos brilhantes, do público vibrante, tendo somente a si mesmo e obrigado a tudo extrair desse fundo inalienável. Que esse corajoso não desanime! Se tem tudo contra si, que preserve a si mesmo e que isto lhe baste.

Nas montanhas, só tencionamos os músculos nas passagens difíceis, as sendas planas deixam-nos relaxados e a frouxidão desatenta logo se mostra mortal.

O que vale mais do que tudo é o querer, um querer profundo: querer ser alguém, chegar a algum lugar, ser já, pelo desejo, esse alguém qualificado por seu ideal. O resto sempre se arranja. Bíblias há em qualquer lugar, Livros há também em qualquer lugar, e apenas um ou três são necessários para a vida de um Eleito. Contatos, estímulos, podem ser encontrados em espírito na solidão: os grandes homens estão aí, presentes a quem os invoca, na Bíblia o achamos, e os grandes séculos passados impulsionam o pensador ardente. Cursos, quem deles dispõe não os frequente ou frequenta-os mal, se não tiver em si a que recorrer na falta de um tal privilégio. Quanto ao público, se ele por vezes o estimula, frequentemente perturba, dispersa, e por causa de dois centavos que encontra na rua, você poderá perder uma fortuna. Mais vale a solidão apaixonada, em que toda semente produz cem por um, e todo raio de sol, um dourado outonal.

Sentimos que somos diferentes, que somos primícias diante de uma força maior que nós. Quando alguém experimenta tais sentimentos, não importa onde está nem do que dispõe, foi marcado com um sinal, é um eleito do Espírito de Yahuah Tzvaot, resta perseverar e dedicar-se à vida tal como Yahuah a dispõe.

Você tem duas horas por dia? Pode comprometer-se a preservá-las cuidadosamente, a empregá-las ardentemente, e depois, sendo também destinado ao Reino de Yahuah, poderá beber o cálice de sabor dedicado e amargo que as páginas da Bíblia pretendem que experimente? Se a resposta for sim, tenha confiança. Mais que isso, repouse numa absoluta certeza.

Obrigado a ganhar a vida, ganhe-a ao menos sem sacrificar-lhe, como acontece tantas vezes, a liberdade de sua alma. Não seja escravo do sistema tendo ambições terrenas e vãs, ganhe o mínimo para viver e valorize o seu tempo de estudo!

Abandonado, será arremessado com mais violência ainda a seus nobres objetivos. Aprenda a administrar esse pouco tempo, mergulhe todos os dias de sua vida na fonte que mata a sede. O conhecimento é algo que te preenche e te expande para preencher mais, é claramente uma evolução metafísica do espírito, que repousando nas Sagradas Escrituras, te torna um possuidor da Verdade Universal sobre a Realidade e a Vida.

 

Uma outra característica da vocação intelectual é que o trabalhador crente em Yahusha ha’Mashyach, não deve ser um isolado. Seja qual for a sua situação, por mais abandonado ou retirado que esteja materialmente, não deve cair na tentação do individualismo, a imagem deformada da personalidade intelectual.

Tanto quanto a solidão vivifica, o isolamento paralisa e esteriliza. À força de ser uma alma, deixa-se de ser um homem. O isolamento é inumano, pois trabalhar humanamente é trabalhar com o sentimento do homem, de suas necessidades, de suas grandezas, da solidariedade que nos une em uma vida estreitamente comum.

Um trabalhador crente deveria viver constantemente na história. Já que vive com Yahusha ha’Mashyach, não pode separar dele nem os tempos, nem os homens. É bom que tenha companhia em sua vida, seja familiar, ou de qualquer outra pessoa, que possa conversar sobre os seus objetivos intelectuais, afinal quem tem um novo brinquedo, quer falar dele, não consegue falar de algo que não seja dele. Devemos falar da Verdade. Toda Verdade é vida, orientação, caminho para a finalidade do homem. Por isso Yahusha disse como uma única afirmação: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Trabalhe sempre em espírito de serviço, como diz o Evangelho. Ouça o gênero humano rugir como um Leão ao seu redor, distinga estes ou aqueles indivíduos ou grupos de que conheceis a indigência, descubra o que pode arrancá-los da noite, enobrecê-los, o que, de perto ou de longe, salva-os. As únicas verdades santas são as verdades redentoras, e é tanto sobre nosso trabalho como sobre tudo o mais que o Apóstolo afirma: “A verdade de Yahuah é que sejais santos!”.

E a verdade é que seremos santos, porquê todos os nossos pecados são justificados e serão apagados e esquecidos, mas esse momento será apenas na Expiação, quando Yahusha vir e nos passar pelo fogo, então seremos santos, porquê todos os nossos pecados, os que cometemos, e os que vamos cometer, já estão fadados ao esquecimento total.

Yahusha ha’Mashyach precisa de nosso espírito para a sua obra como precisava, sobre a Terra, de seu próprio espírito humano. Ele partiu e deu o Espírito para que possamos dar início ao período de intervalo entre as quatro primeiras festas da Torah e as três últimas, chamado de “Expansão do Evangelho aos Gentios” para que então após esse lapso de tempo venha o fim, a última semana de Daniel.

Somos os membros de Yahusha, porquê Ele é a cabeça, e seremos controlados por Ele quando cair a chuva serôdia pouco antes do 1° Selo do Apocalipse, é novamente a manifestação do Espírito Santo como teve em Atos, mas o que teve na época dos apóstolos foi a Chuva Temporã, e então tem o cessar disso, e virá a Serôdia que é a mais forte, feriremos a terra, o mar, os rios, as fontes das águas e a vegetação com catástrofes, estaremos ligados e conectados na rede chamada “Espírito Santo”, porquê Ele não habitará apenas em nosso corpo, como hoje, mas se manifestará em nós, e faremos grandes prodígios.

 

As qualidades do caráter têm um papel predominante em tudo. O intelecto não passa de um instrumento; sua utilização determinará seus efeitos.

E é claro que para bem reger a inteligência, várias outras qualidades são requeridas, além da própria inteligência. Institivamente, todo espírito reto proclama que a superioridade de qualquer espécie inclui uma dose de superioridade espiritual. Para julgar com verdade, é preciso ser grande.

A vida é uma unidade. De onde provém essa unidade da vida? Do amor. “Dize-me o que amas, e eu te direi o que és”. O amor é o começo de tudo em nós, e esse ponto de partida comum do conhecimento e da prática não pode deixar de tornar solidários, em certa medida, os retos caminhos de um e da outra.

A verdade aproxima-se dos que a amam, dos que a acolhem, e esse amor não existe sem virtude, Por isso, apesar de suas possíveis taras, o gênio envolvido em seu trabalho já é virtuoso.

O verdadeiro brota no mesmo terreno que o bem, suas raízes comunicam-se. Separados dessa raiz comum, e por isso menos enraizado em seu terreno, ambos sofrem, a alma definha ou o espírito desfalece. Ao contrário, alimentando o verdadeiro esclarecemos a consciência, fomentando o bem, orientamos o saber.

Praticando a verdade que conhecemos, merecemos a que ignoramos.

A obediência da alma à fonte inefável (Yahuah), suas disposições filiais e amorosas abrem-na à invasão das iluminações e dos ardores e virtudes. Amada e realizada como vida, a verdade revela-se como princípio, vemos de acordo com o que somos, participamos da verdade participando do Espírito pelo qual ela existe.

A grandes intuições pessoais vêm, assim como o valor, do aperfeiçoamento moral, do desapego de si mesmo e das banalidades rotineiras, da humildade, da simplicidade, da disciplina dos sentidos e da imaginação, do empenho em alcançar os grandes fins.

A virtude em geral é necessária à ciência, e quanto maior a retidão moral, mais fecundo será o estudo. Porém, há uma virtude própria do intelectual.

 

A virtude própria do homem de estudos é evidentemente a estudiosidade. No reino da estudiosidade, há pretensões ambiciosas que desorientam uma vocação intelectual, a ambição pode alterar a estudiosidade e seus bons efeitos, são elas a negligência, o desleixo com os estudos, ou com sua rotina de estudos, a curiosidade vã, o interesse por coisas chulas que não edificam, não estou falando de as vezes você assistir algo para descansar, mas sim o interesse ativo no dia-a-dia em coisas que tem como o objetivo te imbecilizar e te tornar idiota.

A idiotice:

Do grego “idios”, quer dizer “o mesmo”.

Idiotes, de onde veio o nosso termo “idiota”, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez.

Alguns exemplos são: fãs de Futebol, de Novelas e Programas de fofoca; fãs de Política; fãs de Pornografias; viciados em Jogos de Videogames […]

No estudo, não sobrecarregue o solo, não levante a construção além do que a base permite, ou antes que a base esteja firme: isso faria tudo ruir.

Quem é você? Onde está? Que alicerces intelectuais já possui?

O sábio começa pelo começo e só dá um novo passo depois de assegurar o anterior.

Não devemos nos superestimar, mas nos avaliar. Aceitarmo-nos tal qual somos é obedecer a Yahuah Tzvaot e preparar-nos vitórias seguras. Pretende a natureza mais do que ela pode? Tudo nela é medido com exatidão, sem esforços vãos e sem avaliações ilusórias. Cada ser age segundo sua quantidade e sua qualidade, sua natureza e sua força, e depois repousa em paz. Somente o homem vive de pretensões e tristezas.

Que ciência e que virtude há em julgar-se bem e em perseverar em si mesmo!

Você tem um papel que só você pode representar e que deve ser representado com perfeição de acordo com a predestinação de Yahuah Tzvaot. Caminhe para frente e fiel a Yah tendo o Pai como nosso guia. O estudo deve preservar o lugar do culto, da oração, da meditação direta sobre as coisas de Yah.

Todo estudo é um estudo da eternidade. A inteligência desempenha plenamente seu papel exercendo uma função religiosa, quer dizer, prestando um culto à verdade suprema através da verdade reduzida e dispersa.

Cada verdade é um fragmento que exibe em todos os seus aspectos suas ligações; a Verdade em si mesma é uma, e a Verdade é Yahuah Tzvaot.

Cada verdade é um reflexo: por trás do reflexo, dando valor, está a Luz, Yah.

 

Uma boa higiene é uma virtude quase intelectual. Tanto quanto possível, leve uma vida ao ar livre. Está comprovado que a atenção, esse nervo da ciência, tem uma estreita correção com a respiração, e sabemos que a abundância de oxigênio é uma condição fundamental para a saúde em geral. Janelas abertas ou entreabertas noite e dia, quando a prudência o permite, frequentes sessões de amplas respirações, sobretudo combinadas com movimentos que se ampliem e as normalizem, caminhadas antes e depois do trabalho, ou combinando-se com ele, são excelentes práticas.

É importante trabalhar numa posição que deixe livres os pulmões e não comprima as vísceras. É bom interromper de vez em quando uma sessão de estudo para respirar profundamente, para fazer dois ou três gestos ritmados que alonguem a musculatura e impeçam-na de se comprimir. Descobriu-se que respirações amplas feitas nas pontas dos pés, o corpo ereto, junto a uma janela aberta, são mais eficazes ainda. Não negligencie nada, evitando assim a congestão dos seus órgãos e sua consequente debilidade.

Você precisa de uma sessão de exercícios todo dia. Lembre-se da frase do Dr. Lair Ribeiro “Se você não arrumar tempo para cuidar da sua saúde, terá que arrumar tempo para cuidar doença”.

Cuide da alimentação. Uma refeição leve, simples, moderada em quantidade e em condimentos, favorecerá um trabalho mais atento e mais livre. Um pensador não passa a vida em sessões de digestão.

Vele mais ainda sobre o seu sono. Não durma muito nem pouco. Muito sono torna o sangue e o pensamento pesados, gordurosos espessos, pouco sono torna-o suscetível a prolongar e aumentar perigosamente as excitações do trabalho. Observe-se, em matéria de sono, como para a alimentação, encontre a medida que lhe convém e tome a firme resolução de mantê-la. Nessa matéria não há uma lei geral.

Em suma, compreenda que o cuidado com o corpo, instrumento da alma, é para o intelectual uma virtude e uma sabedoria. Não torne-se um raquítico, um fraco, que acabaria mais tarde transformando-se num idiota, não seja um tolo administrador do talento que Yahuah lhe confiou.

Quem é guloso, preguiçoso, escravo do travesseiro e da mesa, quem abusa do vinho, do álcool, do tabaco, quem esquece de si mesmo nas excitações da vida, em hábitos a um só tempo debilitantes e enervantes, tem uma doença no espírito, e precisa se curar disso com muito jejum, vigilha e a tortura com abstinências os desejos da carne para poder servir ao Pai, não dá para servir a dois mestres, ou você ou o Pai. É bom, as vezes, praticarmos o contrário do satanismo.

Um amigo do prazer é um inimigo do próprio corpo e logo se torna um inimigo da própria alma. A mortificação da carne é necessária nesse trabalho. Obedeça à carne, e estará se tornando carne, e o que é preciso é tornar-se todo Espírito.

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