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FALSOS DONS DO ESPÍRITO SANTO

DOM DE LÍNGUAS

Hoje em dia há o quê chamamos de “Igreja Pentecostal”, mas o quê é isso?

Igreja Pentecostal é um movimento cristão protestante que dá grande importância ao Dia de Pentecostes e que apresenta algumas diferenças em comparação com outras denominações.

O movimento pentecostal começou em 1906, em Los Angeles, quando William J. Seymour pregou, dando origem ao Avivamento da Rua Azusa.

Os elementos da Igreja Pentecostal consideram o batismo no Espírito Santo essencial no caminho da salvação. Se você não sabe o quê é o batismo do Espírito Santo ou pensa que é o batismo das águas, veja o post sobre!

O pentacostalismo se propagou muito rapidamente nos Estados Unidos através da “Church of God in Christ”, e evoluiu bastante principalmente dentro da comunidade afro-descendente. 

Definição: O termo “pentecostal” tem origem na palavra Pentecostes, que é a 4° Festa da Torah que ocorre 50 dias depois da Pesach (Páscoa), encerrando o ciclo das festas. Comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos, onde surgiram “línguas de fogo” sobre a cabeça dos apóstolos, sendo que as pessoas que receberam o Espírito Santo começaram a falar em línguas. Esse foi a Chuva Temporã, como já relatou no post dos batismos. As igrejas pentecostais são muitas vezes conhecidas como igrejas carismáticas, porque revelam “manifestações” do Espírito Santo, mas que na verdade são manifestações demoníacas.

Os irmãos mais sinceros que estão dentro dessa religião têm uma
grande expectativa de que, quando finalmente fizer uma entrega tão ampla e total, ele será atingido por um raio e cairia falando em línguas, ou algo parecido.

Mas os pastores pentecostais talvez possam falar que “Deus” trabalha da forma que Ele quer, e que Ele trabalha na vida de cada pessoa de forma diferente.  A questão das expectativas de ter uma experiência emocional
intensa acompanhada pelo falar em línguas traz à tona um importante ponto!

Problema: Satanás tem atacado a área de dons do Espírito Santo, o “batismo no Espírito Santo”, como alguns o chamam, mais intensamente do que qualquer outra, especialmente nestes últimos dias. A maior parte dos pentecostais querem o poder sem a cruz e já. Eles se especializam em experiências totalmente emocionais, infelizmente.

É preciso estudo das Palavras para entender os tempos determinados, as festas da Torah e as duas chuvas: Temporã e Serôdia. Não estamos no tempo da Chuva serôdia, esse tempo virá, mas ainda não chegou!

Os dons do Espírito Santo são Presentes para tempos determinados que nos são concedidos e que operam quando e como o Espírito do Pai determinar, e não como nós determinamos. Nós não podemos invocar os dons ou forçá-los a operar em nossas vidas quando nós quisermos, isso é heresia! Eles estão em operação somente
quando Yahuah assim determina. Devemos andar em obediência, fé, vigília, estudo e leitura o tempo inteiro.

Os cristãos parecem gastar a maior parte do seu tempo tentando formular doutrinas para evitar depender da soberania de Yahuah Tzvaot. Isto simplesmente não
pode ser feito! Quanto antes aceitarmos isso, mais cedo chegaremos mais perto de Yah em nosso relacionamento pessoal com Ele.

Os irmãos pentecostais desenvolvem uma oração em línguas, e alguns até acordam de seu sono falando em línguas. Isso é demoníaco!

No livro da Médica, Rebecca Brown “Prepare-se para a Guerra”, Rebecca relata um caso de uma amiga que sofria com essa manifestação demoníaca de dom de línguas, veja o quê ela relata:

“Tive o discernimento de que Léa muito provavelmente tinha um demônio de falsas línguas. Perguntei-lhe se ela podia falar em línguas a qualquer
momento que quisesse. Ela disse que sim. Então pedi a ela que começasse a falar em línguas e sem parar, não se preocupando com o que eu dissesse. Quando Léa começou a falar em línguas eu disse o seguinte:
— Você, espírito que fala através de Léa em Línguas, em nome de Jesus Cristo meu Senhor e Salvador, eu ordeno que me diga, o que você tem a dizer sobre Jesus e que Jesus você serve?
Léa ficou horrorizada quando pragas começaram a sair de sua boca. Ela tapou a boca com as mãos para deter as palavras que saíam. O espírito que falava em línguas tinha sido reprovado no teste. Ele era muito obviamente um demônio!
Léa tinha permitido a quem ela não conhecia impor as mãos sobre si, e
então aceitou o que lhe tinha acontecido sem provar o espírito que tinha recebido. Sofrera por dezesseis anos, porque não sabia da necessidade de
provar os espíritos. Você pode perguntar: “Como pôde um demônio de falsas línguas entrar em Léa se ela era uma crente? Ela não estava protegida?”
A resposta é “não”, porque ela desobedeceu os mandamentos de Deus
dados na Bíblia. Ela sujeitou-se a alguém que não conhecia, aceitando o que quer que ele resolvesse dar a ela. Em segundo lugar, ela de novo violou a Palavra de Deus por não testar o espírito que tinha recebido, para ter certeza de que era o Espírito Santo. Para livrar-se do demônio, Léa simplesmente pediu ao Senhor para perdoá-la por não seguir completamente a sua Palavra. Então ela falou em voz alta e ordenou ao demônio de falsas línguas que a deixasse em nome de Jesus
Cristo. Seus problemas de estômago e de intestino foram imediatamente sarados. Eu ouvi falar dela novamente seis meses depois de ela ter mandado embora aquele demônio. Ela me disse com alegria que podia novamente ler a Bíblia livre de interferências e o seu relacionamento com o Senhor estava mais íntimo do que nunca. Ela podia orar livremente e com alegria”. Prepare-se para a Guerra, pág. 157,158

Quantas pessoas têm recebido demônios de falsas línguas, de falsas
profecias, ao aceitar a imposição de mãos de uma pessoa que não é de fato um servo de Yahuah Tzvaot? Quantos têm aceitado curas demoníacas por meio deste mesmo erro? Milhares!

Os crentes têm cometido o terrível erro de achar que todas as
línguas vêm de Yahuah. O exemplo de Léa dado
pela Rebecca Brown no livro é uma larga prova disso. É bem sabido que muitos rituais ocultistas são feitos em línguas. As pessoas envolvidas em meditação transcendental e muitas outras formas de meditação oriental falam em línguas. E um grande número de cristãos, sob pressão de outros, simplesmente memorizam diversas frases que são repetidas ciclicamente em várias combinações,
pensando que estão falando em outras línguas.

“No caso de alguém falar em outra língua, que não sejam mais do que dois ou quando muito três, e isto sucessivamente, e haja quem interprete. Mas, não havendo intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Yahuah.”
1 Coríntios 14:27-28

A desobediência a este versículo tem aberto “igrejas” para uma entrada maciça de forças demoníacas. Os satanistas falam facilmente em línguas, vindas diretamente de demônios. Eles enviam maldições sobre as pessoas do templo, sobre o pastor e sobre o povo sem ninguém saber que o que eles estão fazendo é por causa disso, pois não há interpretação e teste dos espíritos. Os pastores se recusam a controlar ou repreender as línguas demoníacas porque não querem arriscar-se a irritar a congregação, perdendo assim o seu apoio. Eles misturam o Santo com o profano…

“Não vos prendais a um jugo desigual c
om os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?

E que concórdia há entre Yahusha e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?”
2 Coríntios 6:14,15

Os demônios falam em línguas! Os cristãos precisam entender isso de uma vez por todas!

A questão de línguas cria grande dificuldades na área da libertação. Muitas vezes, nas igrejas pentecostais, as pessoas presumem que alguém foi liberto porque começou a falar em línguas. Mas cometem o erro grave de não testar o espírito que está falando. Muitas vezes um demônio irá falar por meio de uma pessoa, tentando enganar os obreiros de libertação, para que pensem que ela está liberta. Eu tenho visto muitas pessoas me dizerem que elas sabiam que alguém havia sido liberto porque “recebeu o Espírito Santo e falou em línguas”, ou que ela mesmo está falando em línguas e está com raiva dos meus posts sobre isso.
Por causa da tremenda atividade demoníaca durante uma libertação, e das tentativas dos demônios para enganar, eu sempre peço que ninguém fale em línguas.

Eu vejo muitos casos em que pastores e ovelhas fala em línguas e ninguém interpreta. Não é o Espírito Santo falando, porquê não está no tempo determinado disso, mas sim um demônio.
Você terá que buscar Yahusha ha’Mashyach nesta questão, eu recomendo que de maneira alguma participe de libertações em que as pessoas estejam falando em línguas. Tenho visto pessoas levantarem questões sobre se os demônios podem entender, a nossa língua, qualquer que seja a nossa língua nativa, digo que os demônios são completos psicólogos, psiquiatras muito inteligentes. Eles podem entender todas as línguas. Eu, Eric, digo e afirmo que nenhum dom que alguém possa manifestar hoje, seja do Espírito Santo, mas sim de demônios, hoje, podemos ter os frutos do Espírito Santo, por conta da habitação Dele em nós, mas Manifestação Dele não, e quanto mais real os dons manifestados hoje, mais demoníaco, porquê de forma alguma chegou o tempo da chuva serôdia para a manifestação dos Dons do Espírito Santo.

Apesar da descrição bíblica ser clara sobre o verdadeiro Dom de Línguas, algumas denominações religiosas confundem o chamado dom de línguas com a glossolalia.

Glossolalia é um fenômeno de psiquiatria e de estudos da linguagem, em geral ligado a situações de fervor religioso, em que o indivíduo crê expressar-se em uma língua desconhecida, por ele tida como de origem divina.

A glossolalia religiosa é o nome pelo qual algumas denominações pentecostais e correntes religiosas como a Renovação Carismática Católica denominam a capacidade de reproduzir o fenômeno do dom de línguas. Embora no livro de Atos o fenômeno seja explicado não como a fala de uma língua estrangeira pelos apóstolos, mas sim o fato de os estrangeiros presentes em Jerusalém entenderem em seu próprio idioma o que os apóstolos diziam:

“E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua”.
Atos 2:6

Fenômeno Psiquiátrico: Como sintoma psiquiátrico a glossolalia é uma das manifestações religiosas, quando o indivíduo parece estar falando uma outra língua, ele produz sons ininteligíveis, porém mantém os aspectos prosódicos da fala normal. Deixando claro que o caso de glossolalia constitui um dos estudos primordiais da psicanálise.

Muitos estudos psiquiátricos associam, contudo, os fenômenos religiosos modernos com os sintomas ditos glossolálicos. Nesse sentido, Hempel e outros, em 2002, encontraram num universo de 148 pacientes de instituição penal, 18 casos de glossolalia, associados a delírios religiosos ou sexuais e a hiper-religiosidade, como sintomas de casos de distúrbio bipolar, comum a todos. Mais diretamente ligado ao Brasil, tem-se que os movimentos pentecostais oferecem um ritual mágico, permeado por cantos, danças que expressam intensas emoções, o que mobiliza a adesão dos fiéis, assim como a ênfase em dons, como os da profecia e da glossolalia (línguas), produzem um encantamento e um fascínio sobre as pessoas e que os casos verificados modernamente despertaram no pesquisador sentimentos que foram da surpresa, ao incômodo, ao desassossego, agregavam-se a curiosidade e o interesse em conhecer, entender outras referências à religião que causavam estranhamento, principalmente sobre a possessão, o exorcismo, a glossolalia, a profecia e o louvor.

Com relação aos estudos da linguagem, a pesquisadora Silvana Matias Freire, do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, em 2007, publicou análise em que aborda a glossolalia sob três aspectos: religioso, patológico e lúdico.

A abordagem tem por base a relação entre som e sentido e ainda a relação entre inibição e a falta de sentido no que se diz. Dentre as definições a que alude, consta aquela feita pelo neurologista André Roch-Lecours, segundo o qual a glossolalia compreende os “comportamentos linguísticos de aparências desviantes, caracterizados por um discurso fluente, articulação móvel, segmentável em termos de unidades fonéticas e inteiramente ou quase inteiramente constituído de neologismos”.

Repreensão da Manifestação Demoníaca:

Se você recebeu o dom de línguas através de alguém colocando a mão
sobre você e agora você se pergunta se isto realmente veio de Deus ou não, você pode lidar com esta situação com uma oração muito simples, como esta:
“Pai, eu quero servir-te em pureza e verdade. Se as línguas que
eu recebi não são do Teu Espírito Santo, então eu rejeito e renuncio a elas em nome de Yahusha ha’Mashyach, o Messias de Ysrael, o meu Salvador e te peço para tirá-las de mim. Oro e agradeço a ti por
isto em nome de Yahusha ha’Mashyach”.

Não esqueça de ver o Post dos Batismos e dos Dons do Espírito Santo já citado no início do post!

Este post tem 2 comentários

  1. Victor

    Excelente post, concordo! Não faz sentido essa ideia de que o Espírito Santo age segundo a vontade de quem o conjura. Espíritos que servem humanos podem ser qualquer coisa, menos o Santo do Pai. Este, age quando quer de acordo com a vontade perfeita do Criador. Nós somos os instrumentos, não o contrário. Obrigado por compartilhar, é necessário abrir os olhos e vigiar.

    1. Eric & Sue

      Exatamente ,querido irmão, o Espírito Santo não é um garçom que vem até você e se manifesta quando você chama!

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